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	<title>TEDx São Paulo &#187; TEDxSP</title>
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		<title>João Cavalcanti e O Sonho Brasileiro</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 14:37:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>webcitizen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog colaborativo]]></category>
		<category><![CDATA[Jõao Paulo Cavalcanti]]></category>
		<category><![CDATA[Sonho Brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[TEDxSP]]></category>

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		<description><![CDATA[O pesquisador João Paulo Cavalcanti, da agência Box1824, apresentou uma palestra no TEDxSP, em novembro de 2009, inspirado pela frase “Há um certo momento na trajetória de toda e qualquer nação em que ela se considera escolhida, é neste momento que ela dá o melhor e o pior de si”.
Ele defendeu que, assim como a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O pesquisador João Paulo Cavalcanti, da agência Box1824, apresentou uma palestra no TEDxSP, em novembro de 2009, inspirado pela frase “Há um certo momento na trajetória de toda e qualquer nação em que ela se considera escolhida, é neste momento que ela dá o melhor e o pior de si”.<br />
Ele defendeu que, assim como a Rússia, Índia e China, o Brasil é um país escolhido e o mundo espera que dessas nações surjam novas idéias para uma evolução no modo de pensar e agir. Estas três nações já possuem papéis muito claros na perspectiva global, enquanto que nós brasileiros ainda não definimos o que sonhamos para nós mesmos e assim, não afirmamos qual é o nosso papel no mundo.<br />
Então, qual é o sonho brasileiro?<br />
Para tentar responder essas e outras questões, João Paulo e sua equipe estão desenvolvendo uma pesquisa em todo o país para entender o pensamento dos jovens que estão construindo nossa sociedade, qual é perspectiva de futuro desses jovens, e quais são seus valores e ideais. O estudo será doado como uma forma de contribuir para sociedade.<br />
Assista ao vídeo da palestra e reflita sobre qual poderia ser o papel do Brasil nesta nova perspectiva global.</p>
<p><object width="500" height="305"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=14018256&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=1&amp;color=&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=14018256&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=1&amp;color=&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="500" height="305"></embed></object>
<p><a href="http://vimeo.com/14018256">TEDxSP 2009 &#8211; João Cavalcanti e O Sonho Brasileiro</a> from <a href="http://vimeo.com/tedxsp">TEDxSP</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
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		<title>O Consumo da Simplicidade</title>
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		<pubDate>Mon, 31 May 2010 17:49:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>haraujo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog colaborativo]]></category>
		<category><![CDATA[Beth Furtado]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[TEDxSP]]></category>

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		<description><![CDATA[Como diz Eduardo Gianetti da Fonseca, “o futuro vem do futuro”, mas é possível vislumbrar um movimento que deverá nos acompanhar nos próximos tempos: a simplicidade como base do universo de consumo. Pode ser que alguma vertente desta tendência seja aniquilada pelos tempos instáveis em que vivemos, mas outras serão absorvidas em uma nova dinâmica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como diz Eduardo Gianetti da Fonseca, “o futuro vem do futuro”, mas é possível vislumbrar um movimento que deverá nos acompanhar nos próximos tempos: a simplicidade como base do universo de consumo. Pode ser que alguma vertente desta tendência seja aniquilada pelos tempos instáveis em que vivemos, mas outras serão absorvidas em uma nova dinâmica que começa a se formar.</p>
<p>Sabemos que não sabemos onde iremos parar, mas o que está acontecendo no mundo é uma mudança a fórceps de uma civilização de excessos. Excesso de inconsciência em relação à sustentabilidade, excesso de insensibilidade em relação ao próximo e a responsabilidade social, excesso de consumo predatório, excesso de valores equivocados, excesso de “eu ganho-ganho”.  Na vida econômica, como na pessoal, às vezes precisamos ser forçados a mudar. Sem o caos econômico não iríamos fazer alguns sacrifícios importantes deste processo de mudança.</p>
<p>Na civilização que ora se vai, o mundo sustentava-se em um equilíbrio entre a China na produção e os Estados Unidos no consumo. O consumo desenfreado norte-americano não sustenta mais esta equação face ao desemprego e a falta de confiança do consumidor, dentre outros fatores. As mudanças que estão em formação, em particular nos Estados Unidos, mas também no mundo todo, nos levam a concluir que a Era da Simplicidade começou. Ainda é um sinal fraco, mas está lá no horizonte, até porque a demanda do mercado norte-americano nunca mais será a mesma. </p>
<p>A Simplicidade como um movimento, já existia mesmo antes dos eventos econômicos. Em todos os aspectos. A diferença é que agora tornou-se imperativa. Não há recursos no planeta para sustentar o consumo da forma como estava. Nesta sociedade paradoxal, havia de um lado o excesso e de outro a exclusão de um grande contingente.</p>
<p><img src="http://www.tedxsaopaulo.com.br/wp-content/uploads/2010/05/post_beth_furtado.jpg" alt="O Consumo da Simplicidade" title="O Consumo da Simplicidade" width="500" height="350" class="alignnone size-full wp-image-2569" /></p>
<p>É possível perceber os sinais de mudanças. Estão por todos os lados. Por exemplo:<br />
Pontos de Vendas: depois de décadas com projetos arquitetônicos mirabolantes a reflexão agora é menos. Lojas com menos elementos, seja porque os consumidores não conseguem ler todas as informações que colocamos na sinalização, seja para baratear os custos, seja para adequar-se a uma visão sustentável.</p>
<p>Produtos &#8211; Apesar do livro A Cauda Longa nos ensinar que cada vez teremos mais alternativas, as pessoas dividem-se de forma paradoxal. De um lado ficam estressadas com tantas alternativas, de outra pedem novidade o tempo todo, já que a obsolescência acontece no ato da compra. De qualquer forma veremos muitas empresas saírem dos negócios nos próximos anos, e as que ficarem irão depurar seus mix já que o momento pede reflexão sobre a curva ABC. </p>
<p>Insumos &#8211; Desperdiçamos muito do nosso planeta finito em elementos que vão para o lixo, no exato instante em que chegam às nossas casas. Um exemplo são as embalagens de proteção. Temos ainda muita redução, diminuição de elementos e revisão de matérias primas para fazer.  Estas reduções geram economia em progressão geométrica: embalagens menores com insumos mais eficientes ou a ausência de invólucros propiciam economia de transporte, de armazenagem, de rupturas, combustível, etc. Algumas empresas já começaram, mas tudo está por fazer.</p>
<p>Menores Distâncias – O conceito de Carbono Neutro reforçou a importância de produtos originados de distâncias menores, da própria cidade, do próprio bairro. Na Itália, existem há muitos anos Clubes de Compras de Consumidores, como o G.A.S (Gruppo di Acquisto Solidale) que privilegiam fornecedores locais.</p>
<p>Luxo – Definitivamente o luxo contemporâneo é diferente do luxo ostentatório do passado, que ainda existe por aí, mas já embute códigos descompassados com o momento. É comum empresas deste segmento não utilizarem mais logomarcas nas fachadas e vemos que descolado hoje é misturar marcas de grife com peças muito básicas, muito simples e muito essenciais. Bom gosto sempre foi menos. Agora é “menos” ainda.</p>
<p>Casas – Nossas casas tornaram-se mais práticas, com menos móveis, menos adereços inúteis, menos formais e o uso de peças de demolição sejam pisos, portas ou móveis, tornaram-se uma expressão contemporânea. </p>
<p>Atitude – Jóias em excesso, casacos de pele, muita maquiagem, excessos de exposição de grifes, relacionamentos predatórios, grosserias com menos afortunados, vampirismo empresarial, exibicionismo – todos são aspectos que estão sub júdice. Ostentar tornou-se um descompasso. Costumo citar o exemplo de nosso maior patrimônio em glamour – a modelo Gisele Bündchen – uma pessoa básica do tipo jeans e camiseta. O glamour que a pessoa jurídica Gisele Bündchen vende, insere-se no mundo do entretenimento. É um sonho do mundo do show biz não vivido pela pessoa comum, nem pela pessoa física Gisele, que é pura simplicidade. O casamento dela foi emblemático desta atitude.</p>
<p>Os exemplos são incontáveis, mas é importante frisar: precisamos do consumo. É sobre ele que ancora-se a sociedade contemporânea, mas deve ser diferente. Porém, para que ele seja diferente, nós é que temos que mudar. Temos muita lição de casa para fazer.</p>
<p><span style="color: #CCC">____________________________________</span></p>
<p><img style="float:left; margin-right: 15px; padding-bottom: 30px" title="Foto de Beth Furtado" src="http://www.tedxsaopaulo.com.br/wp-content/uploads/2010/05/beth_furtado.jpg" alt="Foto de Beth Furtado" width="90" height="105" /></p>
<p>* <span class="vermelho">Beth Furtado</span> é autora do livro &#8220;Desejos Contemporâneos&#8221; e é sócia-diretora da ALIA, consultoria de marketing. É colunista do Programa Comercial &#038; Cia on Radio, com &#8220;Idéias e Tendências&#8221; veiculado na BandNews FM às segundas-feiras às 21:20. Siga no Twitter (<a href="http://twitter.com/bethfurtado">http://twitter.com/bethfurtado</a>). Site: <a href="http://www.aliasite.com.br/">www.aliasite.com.br</a>.</p>
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		<title>Entendendo o que é rede</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Mar 2010 17:30:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>haraujo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog colaborativo]]></category>
		<category><![CDATA[Augusto de Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Socias]]></category>
		<category><![CDATA[TEDxSP]]></category>

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		<description><![CDATA[Rede de supermercados, de pesca, de computadores, de descanso e por aí vai. A palavra rede pode assumir diversos significados. Para Augusto de Franco, palestrante do TEDx SP, são as redes sociais o alvo de seus estudos. Ele explora a relação entre as pessoas que explicam o comportamento da comunidade. As redes sociais &#8220;são como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Rede de supermercados, de pesca, de computadores, de descanso e por aí vai. A palavra rede pode assumir diversos significados. Para Augusto de Franco, palestrante do TEDx SP, são as redes sociais o alvo de seus estudos. Ele explora a relação entre as pessoas que explicam o comportamento da comunidade. As redes sociais &#8220;são como uma impressão digital de um povo&#8221;, disse ele em sua palestra.</p>
<p>No palco ele levanta um questionamento sobre redes sociais no mesmo tempo que fala, brevemente, sobre as ligações ocultas que existem entre as pessoas. Além disso, apresenta a nova ciência das redes que explica as coisas que acontecem no mundo de um maneira inovadora. </p>
<p>Ficou curioso para entender melhor do que se trata? Então veja o vídeo e descubra como as redes sociais são responsáveis pelo que chamamos de desenvolvimento.</p>
<p><object width="500" height="305"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=10175173&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=ff000d&amp;fullscreen=1" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=10175173&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=ff000d&amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-<br />
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		<title>Fernando Barreto</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 19:39:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>haraujo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog colaborativo]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Barreto]]></category>
		<category><![CDATA[TEDxSP]]></category>

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		<description><![CDATA[Fernando Barreto apresentou no TEDxSP a plataforma Votenaweb onde os cidadãos podem votar nos projetos de lei do Congresso Nacional. Mas para quê isso? A ideia é comparar o desejo da população, em cenário nacional, com o resultado real votado pelos senadores ou deputados. 
É simples: o cidadão faz o cadastro e passa votar nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fernando Barreto apresentou no TEDxSP a plataforma Votenaweb onde os cidadãos podem votar nos projetos de lei do Congresso Nacional. Mas para quê isso? A ideia é comparar o desejo da população, em cenário nacional, com o resultado real votado pelos senadores ou deputados. </p>
<p>É simples: o cidadão faz o cadastro e passa votar nos projetos de lei que estão simplificados no site. Essa é uma forma encontrada de fazer o voto valer constantemente e não apenas de quatro em quatro anos como o de costume. </p>
<p>Outra perspectiva de fazer com que os políticos trabalhem a favor da população e de firmar ainda mais a democracia como chave motora de nossa sociedade.</p>
<p><object width="500" height="305"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=9979553&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=ff000d&amp;fullscreen=1" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=9979553&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=ff000d&amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-<br />
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		<title>Rannieri Oliveira</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 19:10:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>haraujo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog colaborativo]]></category>
		<category><![CDATA[Rannieri Oliveira]]></category>
		<category><![CDATA[TEDxSP]]></category>

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		<description><![CDATA[Nenhuma palavra foi dita por Rannieri Oliveira quando subiu ao palco do TEDxSP, foi por meio da música que ele encantou toda a plateia. Por alguns minutos o auditório inundou-se com a música dele, cada toque no teclado do piano aguçava mais os olhares, que mesmo depois de um dia inteiro de palestras, ainda conseguiam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nenhuma palavra foi dita por Rannieri Oliveira quando subiu ao palco do TEDxSP, foi por meio da música que ele encantou toda a plateia. Por alguns minutos o auditório inundou-se com a música dele, cada toque no teclado do piano aguçava mais os olhares, que mesmo depois de um dia inteiro de palestras, ainda conseguiam absorver a beleza do som. </p>
<p>O que ele fez foi compartilhar sua música que tem influências do folclore brasileiro nordestino com todos os presentes. Rannieri já passou por festivais de jazz na Alemanha, Milão, Suiça, França e Portugal. E agora você vê a apresentação dele no TEDxSP.</p>
<p><object width="500" height="305"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=9427503&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=9427503&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="500" height="305"></embed></object></p>
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		<title>&#8220;É som de preto, de favelado&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 13:43:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>webcitizen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog colaborativo]]></category>
		<category><![CDATA[Periferia]]></category>
		<category><![CDATA[Regina Cazé]]></category>
		<category><![CDATA[TEDxSP]]></category>

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		<description><![CDATA[A atriz Regina Casé subiu no palco do TEDx SP para falar sobre a diferença. Para ela, os considerados diferentes cultura e socialmente, podem ser tão bons quanto os estabelecidos como tradicionais. A atriz contou sobre a produção musical das periferias de cidades do Brasil, com o funk carioca e o forró eletrônico, e também [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A atriz <a href="http://www.reginacase.com.br" target="_blank">Regina Casé</a> subiu no palco do TEDx SP para falar sobre a diferença. Para ela, os considerados diferentes cultura e socialmente, podem ser tão bons quanto os estabelecidos como tradicionais. A atriz contou sobre a produção musical das periferias de cidades do Brasil, com o funk carioca e o forró eletrônico, e também de manifestações culturais em outros países como México, França e Angola. No projeto &#8220;Minhas Periferia é o Mundo&#8221;, Regina mostra que o diferente, ou independente, também produz ideias que merecem ser compartilhadas. E mais que isso, merecem ser legitimadas como projetos de sucesso que geram renda e qualidade de vida para as pessoas. E como não poderia deixar de ser, todo seu discurso foi recheado de bom humor, provocando risos e gargalhadas da platéia.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="305" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=9251210&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="305" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=9251210&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Yes we can</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 14:01:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>webcitizen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog colaborativo]]></category>
		<category><![CDATA[Editora Mol]]></category>
		<category><![CDATA[Roberta Faria]]></category>
		<category><![CDATA[Sorria]]></category>
		<category><![CDATA[TEDxSP]]></category>

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		<description><![CDATA[No momento da apresentação no TEDx SP, a jornalista Roberta Faria estava tão emocionada que mal conseguia falar depois de descer do palco. Nem ela, nem o público. A história dela não só surpreendeu como também provocou questionamentos expressos nos olhares de cada participante. Parecia que cada pessoa da plateia pensava: “Eu também posso fazer, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No momento da apresentação no TEDx SP, a jornalista Roberta Faria estava tão emocionada que mal conseguia falar depois de descer do palco. Nem ela, nem o público. A história dela não só surpreendeu como também provocou questionamentos expressos nos olhares de cada participante. Parecia que cada pessoa da plateia pensava: “Eu também posso fazer, eu consigo”, bem no espírito do TED.</p>
<p>A história da Sorria, revista criada pela editora Mol, é um perfeito exemplo de que boas ideias podem e devem ser realizadas. &#8220;Elas dão trabalho, exigem esforço e criatividade&#8221;, afirma a jornalista e empreendedora que faz questão de estar sempre envolvida naquilo que gosta. &#8220;Preciso fazer coisas em que acredito&#8221;. E foi acreditando que criou a Editora Mol, responsável pela revista Sorria cuja a história você pode conferir no vídeo abaixo.</p>
<p><object width="500" height="305"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=9076948&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=9076948&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="500" height="305"></embed></object></p>
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		<title>Cadavre Exquis</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 13:34:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blogcolaborativo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog colaborativo]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno Fernandes]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[TEDxSP]]></category>

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		<description><![CDATA[Post colaborativo de Bruno Fernandes *
Durante o TEDxSP eu tive a oportunidade de realizar um ensaio fotográfico com os palestrantes, que aconteceu num cantinho no lado de fora do teatro, logo atrás do camarim. Assim que eles acabavam suas apresentações, eu os encontrava e durante nem cinco minutos criávamos as peças dessa montagem.
A ideia surgiu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Post colaborativo de Bruno Fernandes *</em></p>
<p>Durante o TEDxSP eu tive a oportunidade de realizar um ensaio fotográfico com os palestrantes, que aconteceu num cantinho no lado de fora do teatro, logo atrás do camarim. Assim que eles acabavam suas apresentações, eu os encontrava e durante nem cinco minutos criávamos as peças dessa montagem.</p>
<p>A ideia surgiu a partir de um jogo literário colaborativo surrealista, o <em>cadavre exquis</em>, no qual cada escritor participava da formação das frases, desconhecendo o que os outros acrescentavam. O nome veio da primeira frase criada nesse processo: “o cadaver requintado beberá o vinho novo”.</p>
<p>Ao trazê-la para um ensaio fotográfico, vi o quanto era bem legal o caráter cubista do resultado, com várias facetas do mesmo objeto apresentadas ao mesmo tempo. Decidi então montar um tríptico, onde a soma das partes formaria um retrato de corpo inteiro da pessoa, por diferentes perspectivas.</p>
<p>Eu gosto de pensar na presença do conceito colaborativo do projeto surrealista neste ensaio, já que o resultado deste jogo depende muito da participação do personagem envolvido. Quanto mais nos envolvemos, mais bacana é o retrato.</p>
<p>Lá atras, eu não pude acompanhar as palestras. Eu também não conhecia o TED de outros carnavais. Mas pude entender, sentir e ser contagiado pelo que move toda essa gente &#8211; desde o preenchimento de um questionário que por si só já diz muita coisa. Ainda pude sentir a paixão e o entusiasmo dos palestrantes quando eles saíam do palco e paravam de frente pra mim, acreditando na minha proposta. A energia ali é indescritível.</p>
<p>Por fim, gosto de pensar no quanto esta ideia de colaboração e diversidade de perspectivas, de olhares, formando um todo é também o que o TEDxSP trouxe para todos os que participaram do encontro. E como hoje continua se espalhando seja pelos videos, seja por esse blog.</p>
<p>Confiram!</p>
<p><iframe src ="http://www.tedxsaopaulo.com.br/slideshow_palestrantes/slideshow.html" width="500" height="850" frameborder="0" scrolling="no"></p>
<p>Your browser does not support iframes.</p>
<p></iframe></p>
<p><span style="color: #CCC">____________________________________</span></p>
<p><img style="float:left; margin-right: 15px; padding-bottom: 30px" title="bruno_fernandes_small" src="http://www.tedxsaopaulo.com.br/wp-content/uploads/2010/01/bruno_fernandes_small.jpg" alt="bruno_fernandes_small" width="90" height="105" /></p>
<p>* <span class="vermelho">Bruno Fernandes</span> é fotógrafo, com os dois pés cravados no retrato. Um braço esticado para cinema e outro para as paisagens urbanas. No mais, reserva o jogo de cintura às boas surpresas que sempre surgem. <a href="http://www.bfernandes.com/blog" target="_blank">www.bfernandes.com/blog</a></p>
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		<title>Thalma de Freitas: Amor Imenso</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 14:48:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>webcitizen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog colaborativo]]></category>
		<category><![CDATA[TEDxSP]]></category>
		<category><![CDATA[Thalma de Freitas]]></category>

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		<description><![CDATA[Para expressar tudo aquilo que o Brasil tem de melhor, Thalma de Freitas resolveu cantar o amor, &#8220;não um amor romântico, mas um amor metafísico &#8230; empírico&#8221;, segundo ela. As belas vozes cantaram a canção &#8220;Amor Imenso&#8221;. 
Vozes porque junto com a cantora se apresentam Iara Reno, Tatiana Parra, Dani Gurgel, Luzmarina Espíndola, Anelis Assumpção, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para expressar tudo aquilo que o Brasil tem de melhor, Thalma de Freitas resolveu cantar o amor, &#8220;não um amor romântico, mas um amor metafísico &#8230; empírico&#8221;, segundo ela. As belas vozes cantaram a canção &#8220;Amor Imenso&#8221;. </p>
<p>Vozes porque junto com a cantora se apresentam Iara Reno, Tatiana Parra, Dani Gurgel, Luzmarina Espíndola, Anelis Assumpção, Flávia Maia e Patrícia Ribeiro. Thalma é filha do compositor e maestro Laércio de Freitas e desde 1992 sobe as palcos para se apresentar em musicais. Além disso, a moça é atriz e já participou de filmes como &#8220;O Xangô de Baker Street&#8221; e &#8220;Filhas do Vento&#8221;. </p>
<p>Segundo o apresentador do TEDx SP, Hélder Araujo, &#8220;Thalma entendeu tão bem o conceito do TED de compartilhar ideias, que convidou mais sete amigas para cantarem&#8221;. O resultado você vê no vídeo abaixo.</p>
<p><object width="500" height="305"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=8239995&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=8239995&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="500" height="305"></embed></object></p>
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		<title>O que faz você parar para olhar?</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 21:32:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blogcolaborativo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog colaborativo]]></category>
		<category><![CDATA[Andre Gravatá]]></category>
		<category><![CDATA[Avenida Paulista]]></category>
		<category><![CDATA[Becky Blanton]]></category>
		<category><![CDATA[Luis Fernando Veríssimo]]></category>
		<category><![CDATA[TED.com]]></category>
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		<description><![CDATA[Post colaborativo de Andre Gravatá *
Eu passei algumas horas andando pela cidade de São Paulo com um nariz postiço. Não um simples nariz postiço, mas sim um daqueles batatões acoplado a uns óculos de aro preto e sem lentes.
Por incrível que pareça, enquanto eu estava com o nariz, parecia que haviam ligado holofotes na minha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Post colaborativo de Andre Gravatá *</em></p>
<p>Eu passei algumas horas andando pela cidade de São Paulo com um nariz postiço. Não um simples nariz postiço, mas sim um daqueles batatões acoplado a uns óculos de aro preto e sem lentes.</p>
<p>Por incrível que pareça, enquanto eu estava com o nariz, parecia que haviam ligado holofotes na minha direção, ou mesmo que a bola do jogo estava comigo, porque praticamente todo mundo que passava ficava me olhando com uma expressão ora inquisidora, ora debochada. As pessoas riam, exclamavam: “é cada figura!”, um grupinho chegou a gritar: “nooossa, velho!”, e eu seguia passo a passo, impassível, sério. Houve um cara capaz de entrar num prédio e chamar mais gente para me observar. E eu? Continuei sério, seguindo minha trilha sem itinerário.</p>
<p>E eu seguia meu rumo assim, sisudo, porque a ideia de andar com esse nariz pelas ruas foi para discutir a percepção das pessoas. O que faz alguém parar uma conversa ou mudar de assunto e comentar algo que está observando? No célebre poema “O bicho”, do pernambucano Manuel Bandeira, dá para perceber que um homem fuçando o lixo fazia o poeta parar para olhar. Muito infelizmente, o simples fato de eu usar um nariz postiço chamou mais atenção do que os vários mendigos largados nas ruas que percorri.</p>
<p>Quem me deu a ideia de usar o tal nariz foi Luis Fernando Veríssimo. No conto “O nariz”, ele narra a história de um dentista que perdeu os clientes, a família e os amigos só porque comprou uns óculos com nariz postiço e encanou de não mais parar de usá-los. As pessoas davam mais atenção para o nariz de mentira do que para todo o passado do pai-esposo-dentista – claro que é ficção, no entanto, a percepção das pessoas tem dessas coisas.</p>
<p>Há uma semana, estava caminhando pela Avenida Paulista (desta vez sem nariz postiço) e vi, na frente de um prédio, vários vasos enormes, meio baixos e sem plantas, que na verdade pareciam lixeiras – principalmente porque continham bastante lixo. Conversei com o cara que estava varrendo dentro dos vasos para perguntar se eles iriam receber plantas ou seriam grandes depositários de bitucas. Ele me disse que logo colocariam terra e plantas, e enquanto isso as pessoas insistiam em não parar de jogar lixo. Praticamente não havia bitucas de cigarro no chão, só nos vasos enormes, como se as pessoas não vissem a lixeira menor ao lado.</p>
<p>Talvez em Itu, aquela cidade do interior de São Paulo conhecida por fazer tudo em tamanho <em>super size</em>, as pessoas abarquem mais coisas com os olhos. Só que tamanho não é o bastante, porque ele nem é documento nem suporta a banalização. Digo isso porque os mendigos ou o lixo nas calçadas passam despercebidos sobretudo por terem se tornado comuns.</p>
<p>Quase todo mundo se adapta muito rápido a determinadas coisas. Bagunça, por exemplo. Se a sua casa é bagunçada, chega um momento no qual você não está mais ligando para os livros embaralhados, meias debaixo da cama, pedaços de pizza esquecidos em cima da estante&#8230; Se o hábito faz o monge, o costume faz o acomodado.</p>
<p>Só falei tanto da questão da percepção porque é preciso perceber o que está acontecendo para prosseguir ao próximo passo, que é agir em relação ao que se percebeu. Ainda enquanto eu estava com o nariz postiço, esperando o sinal verde para atravessar a faixa de pedestres, uma mulher ao meu lado dava a impressão de estar prestes a falar alguma coisa para mim, só que o sinal da faixa abriu e ela acabou seguindo sem dizer nada. Se eu tivesse ficado mais tempo com o nariz, entrado em lojas, lanchonetes, enfim, duvido que não aparecesse alguém para puxar assunto comigo, questionar o postiço. Quanto mais gente percebe algo, mais gente se aproxima desse algo, mais pessoas surgem para pensar em como transformá-lo.</p>
<p>Quem sabe o começo da solução seja colocar narizes postiços nos mendigos, nas lixeiras, nos buracos das ruas e eventualmente, por ser mais difícil, na poluição. Daí mais pessoas podem perceber o que está despercebido e seguir, por exemplo, o conselho que a escritora Becky Blanton deixou ao final da sua palestra no TED.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="510" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="bgColor" value="#ffffff" /><param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/BeckyBlanton_2009G-medium.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/BeckyBlanton-2009G.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=480&amp;vh=267&amp;ap=0&amp;ti=669&amp;introDuration=16500&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=2000&amp;adKeys=talk=becky_blanton_the_year_i_was_homeless;year=2009;theme=master_storytellers;theme=what_makes_us_happy;theme=rethinking_poverty;theme=unconventional_explanations;theme=speaking_at_tedglobal2009;theme=might_you_live_a_great_deal_longer;theme=new_on_ted_com;theme=the_creative_spark;event=TEDGlobal+2009;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" /><param name="src" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" /><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" flashvars="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/BeckyBlanton_2009G-medium.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/BeckyBlanton-2009G.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=480&amp;vh=267&amp;ap=0&amp;ti=669&amp;introDuration=16500&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=2000&amp;adKeys=talk=becky_blanton_the_year_i_was_homeless;year=2009;theme=master_storytellers;theme=what_makes_us_happy;theme=rethinking_poverty;theme=unconventional_explanations;theme=speaking_at_tedglobal2009;theme=might_you_live_a_great_deal_longer;theme=new_on_ted_com;theme=the_creative_spark;event=TEDGlobal+2009;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" bgcolor="#ffffff" wmode="transparent" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><span style="color: #CCC">____________________________________</span></p>
<p><img style="float:left; margin-right: 15px; padding-bottom: 30px" class="size-full wp-image-1170 alignleft" title="andregravata" src="http://www.tedxsaopaulo.com.br/wp-content/uploads/2009/12/andregravata.jpg" alt="andregravata" width="90" height="106" />* <span class="vermelho">André Gravatá</span> tem 19 anos, é estudante de jornalismo, aspirante a escritor, estagiário, <a href="http://andregravata.wordpress.com/">blogueiro</a> nas horas vagas e voluntário nas horas não vagas.</p>
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		<title>As duas caras do Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Dec 2009 15:17:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blogcolaborativo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog colaborativo]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Lemos Abade]]></category>
		<category><![CDATA[TEDxSP]]></category>

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		<description><![CDATA[Post colaborativo de Eduardo Lemos Abade *
Estou incomodado. Tanto que resolvi escrever. Olha que não faço há bastante tempo. É um instinto incontrolável, uma vontade de dizer basta. Não somos dois Brasis – o deles é uma “merda” e o nosso é bom.
Na verdade, é apenas um Brasil, e este não é tão bom assim. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Post colaborativo de Eduardo Lemos Abade *</em></p>
<p>Estou incomodado. Tanto que resolvi escrever. Olha que não faço há bastante tempo. É um instinto incontrolável, uma vontade de dizer basta. Não somos dois Brasis – o deles é uma “merda” e o nosso é bom.</p>
<p>Na verdade, é apenas um Brasil, e este não é tão bom assim. Se vocês que tanto tem quisessem compartilhar ao menos o mesmo lugar. Mas não, preferem pensar que são melhores, e de cara informo – não são.</p>
<p>O Brasil que tanto criticam existe porque muitos de vocês se fecham na redoma e esquecem de colaborar com o que podem. Não precisamos de esmolas, mas de integração, união, precisamos nos reunir como um só corpo, um só espírito livre, uma só identidade. A identidade brasileira.</p>
<p>Não precisamos a todo instante sermos dois Brasis, isto não é bom. Vamos reunir, resgatar valores. Construir. Um só Brasil pode estudar, ter acesso a saúde, desenvolver seu potencial, não é necessário a todo instante subjugar o mundo alheio. É hora de nos identificarmos com os outros brasileiros, pelo que somos – não nos escondermos no discurso de que seu Brasil é bom e o deles uma “merda”.</p>
<p>Em menos de duas semanas escutei a mesma frase proferidas por pessoas de círculos distintos e que poderiam ajudar a pensar um Brasil diferente, mas que preferem se manter isoladas na redoma de cristal, sendo brasileiro, sem querer ser. E, quando é, é de um Brasil diferente.</p>
<p>Então, é hora de resgatarmos a nossa identidade de sermos, não apenas termos, e quando somos, SOMOS todos brasileiros, pobre, rico, branco ou preto, além de outras variações.</p>
<p>Pensem! É hora de sermos o Brasil.</p>
<p><span style="color: #CCC">____________________________________</span></p>
<p><img style="float:left; margin-right: 15px; padding-bottom: 30px" title="Eduardo Lemos" src="http://www.tedxsaopaulo.com.br/wp-content/uploads/2009/12/eduardo_lemos1.jpg" alt="Eduardo Lemos" width="90" height="105" /></p>
<p>* <span class="vermelho">Eduardo Lemos Abade</span> é membro da comunidade TED internacional. Advogado para incentivos tecnológicos, é sócio do Lopes&amp;Lemos Advocacia e Consultoria. Criou o movimento GSTBrasil (globalização, solidariedade e tecnologia) por um mundo melhor.</p>
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		<title>Flávio Deslandes: Bambucicleta</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Dec 2009 13:09:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>haraujo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog colaborativo]]></category>
		<category><![CDATA[Bicicleta]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Deslandes]]></category>
		<category><![CDATA[TEDxSP]]></category>

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		<description><![CDATA[Ele entrou no palco um pouco tímido, com um sorriso para baixo mas logo o designer carioca Flávio Deslandes se soltou para compartilhar com o público do TEDx SP sua invenção. Ele projetou e idealizou a bicicleta feita de bambu. Na verdade ele criou mais de dez tipos de bicicletas com bambu nativos do Brasil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ele entrou no palco um pouco tímido, com um sorriso para baixo mas logo o designer carioca Flávio Deslandes se soltou para compartilhar com o público do TEDx SP sua invenção. Ele projetou e idealizou a bicicleta feita de bambu. Na verdade ele criou mais de dez tipos de bicicletas com bambu nativos do Brasil movido pelo ideal de criar um instrumento que reforçasse a relação harmoniosa entre a bicicleta e a cidade.</p>
<p>Radicado na Dinarmarca em 2000, Flávio desenvolveu uma bicicleta para a marca Biomega e  a submeteu a um teste de resistência, no qual a bicicleta é submetida a uma força cada vez maior, até quebrar. A máquina que fazia o teste quebrou antes da bicicleta. Sinal de trabalho, dedicação e pesquisa sobre a ideia. No processo, o designer chegou a criar máquinas e ferramentas especiais para se trabalhar o material. Segundo ele “é necessário enxergar as riquezas do Brasil e trabalhar com elas, pois temos muita gente criativa com uma mão de obra excelente”.</p>
<p>O interessante é ver que efetivamente a força de vontade e empenho tranformam ideias em algo concreto, como é o caso da bicicleta de bambu.</p>
<p><object width="500" height="305"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=8126236&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=8126236&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="500" height="305"></embed></object></p>
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		<title>Fernanda Viégas: Revolução visual</title>
		<link>http://www.tedxsaopaulo.com.br/fernanda-viegas-revolucao-visual/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 13:42:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>haraujo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog colaborativo]]></category>
		<category><![CDATA[Fernanda Viegas]]></category>
		<category><![CDATA[TEDxSP]]></category>

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		<description><![CDATA[Revolução de dados, mais e mais, sempre e sem parar. Organizar todas informações disponibilizadas atualmente para um melhor entendimento de nossa sociedade não é tarefa fácil. Seja para contabilizar dados do transporte público ou mesmo para entender uma novela. Foi isso que Fernanda Viégas fez utilizando o recurso de data visualization (visualização de dados).
Ela é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Revolução de dados, mais e mais, sempre e sem parar. Organizar todas informações disponibilizadas atualmente para um melhor entendimento de nossa sociedade não é tarefa fácil. Seja para contabilizar dados do transporte público ou mesmo para entender uma novela. Foi isso que Fernanda Viégas fez utilizando o recurso de data visualization (visualização de dados).</p>
<p>Ela é designer computacional e apresentou o site <a href="http://manyeyes.alphaworks.ibm.com/manyeyes/" target="_blank">Many Eyes </a>para o público do TEDx SP. O site tem como intenção transformar estatísticas complicadas em gráficos visualmente fáceis de entender. &#8220;É muito difícil quando as informações são dadas em planilhas em quantidades esmagadoras de dados&#8221; confirma Fernanda.</p>
<p>Assim surgiu o Many Eyes. Lá qualquer pessoa pode inserir os dados que o site transforma em gráficos em que só de bater o olho é possível entender. Como dito antes, até mesmo uma novela. A exemplificação arrancou gargalhadas do público que viu que poderia acompanhar a novela facilmente, sem mesmo assisti-la.</p>
<p>Fernanda Viégas mostra esse projeto que se identifica com a proposta do TEDx SP: compartilhar<br />
ideias, possibilidades e fomentar caminhos que indiquem um mundo harmônico. E faz isso tudo,<br />
nos fazendo rir.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="305" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=8009193&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="305" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=8009193&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 285px; width: 1px; height: 1px;">http://www.tedxsaopaulo.com.br</div>
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		<item>
		<title>É conversando que a gente se entende</title>
		<link>http://www.tedxsaopaulo.com.br/e-conversando-que-a-gente-se-entende/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 19:15:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blogcolaborativo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog colaborativo]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Vieira da Cunha]]></category>
		<category><![CDATA[TEDxSP]]></category>

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		<description><![CDATA[Post colaborativo de Rodrigo Vieira da Cunha *
Dizem que a primeira vez a gente nunca esquece. Recebi certo dia o link de uma palestra do Wade Davis, da revista National Geographic. Dizia minha amiga que enviou que era parte de um tal de TED, &#8220;um site com um monte de palestras legais&#8221;. Sem dúvidas, mas ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Post colaborativo de Rodrigo Vieira da Cunha *</em></p>
<p>Dizem que a primeira vez a gente nunca esquece. Recebi certo dia o link de uma <a href="http://www.ted.com/talks/wade_davis_on_endangered_cultures.html">palestra do Wade Davis</a>, da revista National Geographic. Dizia minha amiga que enviou que era parte de um tal de TED, &#8220;um site com um monte de palestras legais&#8221;. Sem dúvidas, mas ao começar a navegar, vi que aquilo fazia parte de algo muito maior: um espaço de disseminação de ideias, de gente com pensamentos diferentes, inéditos, perturbadores, provocadores, despidos, grandiosos, simples, complexos e, essencialmente, inspiradores. Escritores, cientistas, poetas, músicos, engenheiros, esportistas, artistas, políticos etc. São doses de 18 minutos a serviço da inteligência coletiva. Sempre que acesso o TED lembro do Aleph de Jorge Luís Borges. É como se eu pudesse ver pela janela do monitor a essência do conhecimento humano.</p>
<p>O TED é uma fonte de inspiração que ganha força na imensa diversidade que lá orbita. Os TED Talks são falas que viram conversas. Já ouvi de gente que vê uma palestra por dia para puxar assunto, para ter o que falar, para conversar. É impossível ver um TED Talk e ficar sem comentar com alguém. Você é obrigado a falar do que viu. É como se as palestras disparassem o gatilho do preciso-contar. Não por acaso, o slogan é <em>Ideas Worth Spreading</em>. Ideias que merecem ser espalhadas. Via conversa, camarada&#8230; é o melhor jeito de compartilhar.</p>
<p>Lembrei da minha avó. Ela apartava as brigas entre os netos dizendo para a gente conversar. “Por que é conversando que a gente se entende”. Pessoas ganham prêmios Nobel da Paz porque aproximam pessoas que sozinhas não conseguem conversar. Kofi Annan, Jimmy Carter, Nelson Mandela, Mikhail Gorbachev são exemplo bem representativos.</p>
<p>Todos esses líderes ao apoiar o diálogo viabilizavam a convivência da diversidade. Além da questão de gênero, raça, cor, opção sexual, diversidade significa tolerância. Ouvi reclamações ao final do TEDxSP de que tinha gente ali que não deveria ter sido convidada a falar, que não tinha nada a ver, que era muito esotérico etc. O que vi foi algo diferente: uma diversidade de ideias sem fronteiras. Uma das frases que mais me chamou a atenção no TEDxSP foi de Carlos Buby, o palestrante mais improvável do sábado. Ele disse: &#8220;Posso não acreditar em uma palavra do que você diz, mas lutarei com todas minhas forças para que você expressá-la.&#8221;</p>
<p>Meu chefe costuma dizer: &#8220;Como são inteligentes aqueles que pensam igual a mim&#8221;, para ironicamente lembrar que é difícil aceitar ideias &#8220;contrárias&#8221;. Ora, são ideias contrárias que constroem o mundo. A contrariedade é o mote da inovação. Ninguém que está satisfeito com o que vê pensa em mudar as coisas. Inovação é fazer diferente. Qualquer consultor em criatividade, redator publicitário ou inventor sabe que precisa de referências diferentes, fora da rotina, para ter ideias novas, criativas, ou transformadoras.</p>
<p>E para isso, é preciso conversar. Conversar é buscar a razão onde não se encontra. Casais conversam para se acertar, empreendedores para fazer negócios, políticos para governar, crianças para simular e entender o mundo que estão conhecendo, inimigos para fazer as pazes, jornalistas para publicar histórias etc.</p>
<p>A inspiração para esse post veio na palestra de Kofi Annan, que esteve no Brasil na semana passada, comentando sobre um dos diálogos mais controversos dos últimos tempos. Perguntaram a ele o que achava da vinda de Mahmoud Ahmadinejad, presidente do Irã, ao Brasil. Ahmadinejad é criticado por negar o Holocausto, entre outras posições absurdas ou polêmicas. É quase um pária internacional. E tem um programa nuclear que amedronta a todos. Sob esse ponto de vista, Lula está certo. É mais racional falar com um cara como Ahmadinejad do que deixá-lo falando sozinho. Falar sozinho, a história mostra, cria gente com Adolf Hitler, Mao Tsé-Tung, Kim Jong-Il, Saddam Hussein, a lista é longa&#8230;</p>
<p>Annan, não à toa Prêmio Nobel da Paz, fez valer o título em uma frase. E nem precisou defender Ahmadinejad, bastou explicar: &#8220;Para buscar a paz, há de se buscar o diálogo com os inimigos. Se o diálogo for só entre os aliados, não vai resolver.” Ou seja, já dizia a minha avó: É conversando que a gente se entende. Não acredita? Pois então, veja abaixo como a falta de conversa é capaz de emburrecer as pessoas. Macacos são 99% idênticos a humanos, mas têm uma desvantagem: eles não sabem conversar.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="400" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/iOJkTPiU3XY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" src="http://www.youtube.com/v/iOJkTPiU3XY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Agora, a pergunta: se você fosse Lula, aceitaria conversar com Ahmadinejad como ele propôs, ou diria que não, que ele não poderia vir até aqui, na sua casa?</p>
<p><span style="color: #CCC">____________________________________</span></p>
<p><img src="http://www.tedxsaopaulo.com.br/wp-content/uploads/2009/12/rodrigo_vieira.jpg" alt="Rodrigo Vieira" title="Rodrigo Vieira" width="90" height="105" style="float:left; margin-right: 15px;" /></p>
<p>* <span class="vermelho">Rodrigo Vieira da Cunha</span> tem 33 anos, é gaúcho, casado, surfista e pai de 2 filhos. É assessor de comunicação e reputação da presidência do Grupo Santander do Brasil. É jornalista, passou pelas redações das revistas Veja, Você S/A e pelo jornal Zero Hora. Venceu o Prêmio de Excelência Jornalística Citibank e Prêmio Fiat Allis de Jornalismo Econômico. É autor do livro <em>Como Fazer uma Empresa Dar Certo em um País Incerto</em>, publicado pelo Instituto Empreender Endeavor, escolhido pela revista Exame como um dos dez melhores livros de economia no mundo em 2005.</p>
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		<title>Osvaldo Stella &#8211; Lágrimas e risadas</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 17:37:01 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Blog colaborativo]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Oswaldo Stella]]></category>
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		<description><![CDATA[O engenheiro Osvaldo Stella Martins é coordenador de projetos do Programa de Mudança Climáticas do IPAM ( Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) e um dos diretores da Iniciativa Verde, uma organização dedicada à tarefa de plantar árvores em matas ciliares para compensar emissões de carbono. Ele também pesquisa fontes limpas de energia, como o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O engenheiro Osvaldo Stella Martins é coordenador de projetos do Programa de Mudança Climáticas do IPAM ( Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) e um dos diretores da Iniciativa Verde, uma organização dedicada à tarefa de plantar árvores em matas ciliares para compensar emissões de carbono. Ele também pesquisa fontes limpas de energia, como o biogás, e é um dos acadêmicos brasileiros mais atuantes no combate às mudanças climáticas e na defesa da Amazônia. Foi para contar sobre essas coisas que ele foi convidado pelo TEDxSP. Mas, quando subiu ao palco, Stella avisou que estava tão emocionado pelas outras palestras que nem se lembrava mais do que é que ele iria falar. Momentos antes, ele tinha anunciado que, se o fizessem chorar uma vez mais, ele iria desidratar.</p>
<p>Stella, com seu jeitão sincero e o talento de contador de histórias, foi um dos palestrantes que mais fez a plateia rir. Ele falou de mudanças climáticas, mas seu assunto principal foram as mudanças pessoais: a coragem de sonhar, de mudar de rumo, de começar de novo. Para nós, foi inspirador.</p>
<p><object width="500" height="305"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=7889682&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=7889682&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="500" height="305"></embed></object></p>
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		<title>Jarbas Agnelli &#8211; “Birds on the wires”, uma música a partir de uma foto</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 19:53:48 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Blog colaborativo]]></category>
		<category><![CDATA[Jarbas Agnelli]]></category>
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		<description><![CDATA[De onde vem o olhar inconsciente que leva algumas pessoas a terem ideias excepcionais? Será o momento? Será o lugar? Talvez seja apenas a modo como enxergarmos os acontecimentos em nossa frente, a maneira como os percebemos. Para o publicitário e músico Jarbas Agnelli é “possível ver poesia em qualquer lugar, depende de como se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De onde vem o olhar inconsciente que leva algumas pessoas a terem ideias excepcionais? Será o momento? Será o lugar? Talvez seja apenas a modo como enxergarmos os acontecimentos em nossa frente, a maneira como os percebemos. Para o publicitário e músico Jarbas Agnelli é “possível ver poesia em qualquer lugar, depende de como se olha”. E foi isso que ele fez.</p>
<p>Durante algum tempo, Jarbas esteve dividido entre a música e a direção de comerciais. Na dúvida decidiu ficar com as duas e criou o AD Studio. Lá designers e animadores trabalham junto com músicos no processo criativo de filmes. Especificamente na música teve uma boa experiência com a banda Avenida Paulista que emplacou hits nas rádios londrinas. Como publicitário teve destaque como único brasileiro a receber o Grand Clio, prêmio de propaganda americano além de ter trabalhado mais de 13 anos na agência W/Brasil.</p>
<p>Em sua palestra, Jarbas compartilhou a história da foto que originou a composição “Birds on the wire”. A música rodou milhares de lares através da internet e ganhou um proporção maior que ele imaginava. Um relato que faz acreditar que que boas ideias podem vir de lugares inimagináveis e que a realização só depende da força de vontade.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="305" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=7817452&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=ff000d&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="305" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=7817452&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=ff000d&amp;fullscreen=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>TEDxSP</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 23:01:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>haraujo</dc:creator>
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		<title>O que o Brasil tem a oferecer ao mundo agora?</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 01:20:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>haraujo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No espírito das ideias que merecem ser espalhadas, o TED criou o programa chamado TEDx. O TEDx é um programa de eventos locais, e organizados de forma independente, que reúne pessoas para dividir uma experiência ao estilo TED. O TEDx São Paulo é uma conferência sem fins lucrativos que reunirá mais de 30 pensadores de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No espírito das ideias que merecem ser espalhadas, o TED criou o programa chamado TEDx. O TEDx é um programa de eventos locais, e organizados de forma independente, que reúne pessoas para dividir uma experiência ao estilo TED. O TEDx São Paulo é uma conferência sem fins lucrativos que reunirá mais de 30 pensadores de áreas de conhecimento tão diversas quanto arte e tecnologia, ciência e negócios, para falar sobre suas melhores ideias em palestras com duração de 5 ou 15 minutos. O tema desta primeira edição do evento será: O que o Brasil tem a oferecer ao mundo hoje? O TEDx São Paulo acontecerá no dia 14 de novembro de 2009 e será gratuito.</p>
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