[...] Na prática, não é isso que acontece. O médico Paulo Saldiva estuda a poluição das metrópoles há anos. É dele a expressão “racismo ambiental”, para designar o fato de que os males causados pelo automóvel não atingem a todos da mesma maneira. Afinal, quem está em um carrão parado na avenida respira menos partículas de ar que as pessoas que ficam paradas no ponto de ônibus. “O tempo de permanência das pessoas em um corredor de tráfego, quando se é mais pobre, é muito maior. A dose de poluição é maior”, diz. E não é só isso. “O ônibus velho que não pode rodar no corredor da Av. 9 de Julho desaparece no ar? Não, ele vai para a periferia”, afirma, em palestra no TEDxSP, em 2010: Paulo Saldiva – exclusão e racismo ambiental. [...]
[...] Na prática, não é isso que acontece. O médico Paulo Saldiva estuda a poluição das metrópoles há anos. É dele a expressão “racismo ambiental”, para designar o fato de que os males causados pelo automóvel não atingem a todos da mesma maneira. Afinal, quem está em um carrão parado na avenida respira menos partículas de ar que as pessoas que ficam paradas no ponto de ônibus. “O tempo de permanência das pessoas em um corredor de tráfego, quando se é mais pobre, é muito maior. A dose de poluição é maior”, diz Saldiva. E não é só isso. “O ônibus velho que não pode rodar no corredor da Av. 9 de Julho desaparece no ar? Não, ele vai para a periferia”, afirma, em palestra no TEDxSP, em 2009: Paulo Saldiva – exclusão e racismo ambiental. [...]
[...] Na prática, não é isso que acontece. O médico Paulo Saldiva estuda a poluição das metrópoles há anos. É dele a expressão “racismo ambiental”, para designar o fato de que os males causados pelo automóvel não atingem a todos da mesma maneira. Afinal, quem está em um carrão parado na avenida respira menos partículas de ar que as pessoas que ficam paradas no ponto de ônibus. “O tempo de permanência das pessoas em um corredor de tráfego, quando se é mais pobre, é muito maior. A dose de poluição é maior”, diz. E não é só isso. “O ônibus velho que não pode rodar no corredor da Av. 9 de Julho desaparece no ar? Não, ele vai para a periferia”, afirma, em palestra no TEDxSP, em 2010: Paulo Saldiva – exclusão e racismo ambiental. [...]
[...] Na prática, não é isso que acontece. O médico Paulo Saldiva estuda a poluição das metrópoles há anos. É dele a expressão “racismo ambiental”, para designar o fato de que os males causados pelo automóvel não atingem a todos da mesma maneira. Afinal, quem está em um carrão parado na avenida respira menos partículas de ar que as pessoas que ficam paradas no ponto de ônibus. “O tempo de permanência das pessoas em um corredor de tráfego, quando se é mais pobre, é muito maior. A dose de poluição é maior”, diz Saldiva. E não é só isso. “O ônibus velho que não pode rodar no corredor da Av. 9 de Julho desaparece no ar? Não, ele vai para a periferia”, afirma, em palestra no TEDxSP, em 2009: Paulo Saldiva – exclusão e racismo ambiental. [...]