TEDxSP
Busk
São Paulo, Brasil
21 de Maio de 2013
O mestre em Pscicologia Clínica, Antônio Veiga, trouxe amor para o TEDx SP. Isso mesmo, em sua palestra ele utilizou do método de revivência transpessoal (TRT) para falar como o amor transforma as pessoas e assim elas podem transformar o mundo.
Veiga foi um dos mais serenos palestrantes do evento e tentou mostrar que a transformação do mundo depende também da maneira com que nos relacionamos. E a relação dele foi a melhor possível, tanto é que se emocionou: “Eu já fui em mais de 500 congressos internacionais e nacionais, e nunca um congresso me fez chorar. Hoje já chorei duas vezes”, contou Antonio logo após sua palestra.
Confira a palestra de Antonio e veja que a transformação da sociedade em que vivemos está diretamente relacionada com o modo como lidamos um com o outro.
O mestre em Pscicologia Clínica, Antônio Veiga, trouxe amor para o TEDx SP. Isso mesmo, em sua palestra ele utilizou do método de revivência transpessoal (TRT) para falar como o amor transforma as pessoas e assim elas podem transformar o mundo.
Viega foi um dos mais serenos palestrantes do evento e tentou mostrar que a transformação do mundo depende também da maneira com que nos relacionamos. E a relação dele foi a melhor possível, tanto é que se emocionou: “Eu já fui em mais de 500 congressos internacionais e nacionais, e nunca um congresso me fez chorar. Hoje já chorei duas vezes”, contou Antonio logo após sua palestra.Confira a palestra de Antonio e veja que a transformação da sociedade em que vivemos está diretamente relacionada com o modo como lidamos um com o outro.

[...] Veiga é mestre em Pscicologia Clínica e deu um show emocionando marmanjos no TEDx São Paulo falando sobre amor de uma forma sem envolver religiões ou poesia. O vídeo é antigo, mas essa [...]
Só discordo em uma coisa: de que o ser humano tem o seu lado direito do cérebro mais desenvolvido do que o esquerdo…
Ao contrário, desde pequenos lidamos com a emoção durante todo o tempo e demoramos a descobrir o discernimento entre o emoção e razão. Quando descobrirmos que a formação do indivíduo deve estar em paralelo com a razão, o por quê de todo um comportamento, aí sim, estaremos entendendo melhor o outro e, consequentemente, daremos esse amor. Somos embuídos a desenvolver sentimentos e nossa razão fica em segundo plano, por isso tantos conflitos e tanto desamor.
Tirando esse aspecto adorei a sua palestra!
Não discuto a análise biológica do assunto, mas penso que a palavra “RESPEITO” é o ponto de partida para todos os questionamentos atuais. A própria questão do “amar e ser amado”, passa pelo respeito. Não se pode ter amor sem respeito. Em relação à religião, bato na mesma tecla: nossa religião é a religião daqueles que nos dominaram. Dos que viram nela uma forma de controle.
Quanto ao amar a si mesmo, penso ser tão egoísta quanto o próprio ato de ser narcisista. O amor deve ser partilhado. Também penso que as pessoas boas merecem nosso amor e as pessoas más, PRECISAM, dele. Mas o amor deve ser algo partilhado, pois o amor verdadeiro não magoa.
Se fôssemos perfeitos, não teríamos tempo para amar, pois o amor é algo inatingível na sua totalidade. Por natureza ele é efêmero e sempre vai oscilar entre os mais diferentes níveis e pessoas.
Sobre o amor incondicional ser uma ilusão, penso que nossas vidas são repletas de ilusões, que muitas das vezes as consideramos reais. O mais importante é passar a ideia de que o amor é possível, é plausível, é justo, é bom, é importante e imortal, seja em qual for a sua forma.
Eu acho que o amor que damos a outra pessoa é algo que deva sair de forma natural,pois não podemos dar o que não temos.
Gostei muito do discurso do Antonio Veiga… ele falou muito bem, e de forma muita clara nos mostrou que de certa forma tudo gira em torno do amor mútuo… sem o qual não encontramos coragem para nos aventurar, se é que posso me expressar assim… Enfim devemos ser solidarios.